Paulo Antônio Alves de Almeida
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Anne Kiremidjian, a professor of civil and environmental engineering in Stanford University's School of Engineering, is an expert on earthquake issues and former director of the John A. Blume Earthquake Engineering Center at Stanford.
(CNN) -- The energy generated by the January 13 earthquake in Haiti was larger than that of the Hiroshima atomic bomb.
"As mãos que tecem, oram, afagam, batem palmas, fecham com raiva, golpeiam, buscam o abraço e o cumprimento são o reflexo do nosso interior, e do nosso estado de espírito. As mãos do maestro ditam ritmos, compassos, melodias - As mãos do artesão afagam o barro e criam formas divinas - O jogador de futebol mesmo não usando as mãos na maioria das vezes, agarra o companheiro para “ganhar” uma bola, ou para manifestar um grito de gol!!! ; e também recebem cartões pelas mãos dos juízes que muitas vezes, “ inadivertidamente” utilizam as mãos como uma espada que corta e dilacera o oponente. Nossas mãos são nossa fonte de trabalho, de recursos, de carinho, de afeto e de amor.
Os meus alunos sempre perguntam: onde coloco as minhas mãos?!!!! Eu tive uma professora que sempre quando estava me apresentando em público , me chamava a atenção para cuidar das minhas mãos. O objetivo é que elas ficassem calmas, tranqüilas, serenas, e assim eu pudesse me acalmar e transmitir ao público uma paz de espírito. Para mim, as mãos representam o símbolo de alma.
Eu sempre digo aos alunos: “ sintam-se livres para apresentar o seu estilo pessoal de gestual, desde que busquem harmonia e equilíbrio , a começar pelas mãos. Vocês podem cruzar os braços, colocar as mãos para trás ou para frente, ou até colocá-las no bolso , desde que seja um gesto natural, tranqüilo, sereno, controlado e calmo. "
Paulo Antônio Alves de AlmeidaEntrevista com Jaime Troiano.
"Há algum tipo de recomendação para empresas pequenas, que não contem com grandes verbas para publicidade, para tornar uma marca conhecida?
Sim: a força dos pequenos contatos. Há uma grande ilusão no mercado: marcas fortes só se constroem com grandes investimentos de propaganda. Quantas e quantas vezes, eu tenho ouvido este lamento, partindo principalmente de empresas que não dispõem desses recursos mais generosos. E estas empresas são, é lógico, a grande maioria do nosso mercado.
É como se existisse um “apartheid mercadológico”: ou você tem muito dinheiro para investimentos publicitários e pertence à “raça superior” dos grandes anunciantes ou fica imobilizado num “gueto” dos que nada podem. O sentimento de que marcas somente são construídas à base de muita propaganda é um grande engano!
Primeiro porque grandes marcas começaram pequenas e como tais não podiam dispor daqueles investimentos. Em segundo lugar porque há muitas marcas que cresceram fora dos tradicionais circuitos publicitários. É lógico que propaganda é um nutriente valiosíssimo e contar com ela ajuda muito.
Porém, há muito mais a ser feito do que apenas se ressentir por não ser um anunciante. Marcas fortes e valiosas de verdade são construídas pela rede de múltiplos e pequenos contatos que elas estabelecem com seus consumidores e com todos os públicos envolvidos com ela – dos seus funcionários aos canais de venda.
Marcas poderosas são o resultado de uma equação de múltiplos termos que se combinam e geram um efeito perceptual junto a seus consumidores e demais públicos. Esta rede de múltiplos contatos tem a força de construir o valor e percepção adequada de uma determinada marca. Propaganda, embora tendo um papel privilegiado, é apenas um termo da equação, é um elo da cadeia de pequenos contatos."
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